uma última ideia sobre os livros
Há uns anos, durante as minhas primeiras incursões pela internet, tropecei numa lista dos 100 melhores livros alguma vez escritos.
Dispenso por agora a discussão sobre a idoneidade dos autores da lista (lembro-me que era um grupo de gente mais ou menos letrada, nos estados unidos).
Dessa lista já tinha lido alguns livros; fiquei curioso sobre outros; tomei nota de uns quantos que achei absolutamente imprescindivel ler nos tempos próximos.
Daqueles que achei necessidade absoluta de ler, procurei nas livrarias ou nas bibliotecas de amigos. Alguns encontrei, outros não. Procurei na internet os que não encontrei. Para alguns achei versões e (de graça, piratas ou legítimas). Descarreguei e guardei para ler, o que já fiz. Outros só achei versões a pagar, em papel ou e.
Um dos livros era o "Ulysses" de James Joyce. Em Portugal só conheço uma edição da editora Livros do Brasil.
Quem gosta de clássicos da literatura internacional conhece concerteza as edições da Livros do Brasil e sabe perfeitamente que esta editora prima pela má qualidade da impressão, encadernação, tipografia, grafismo, papel...
Venha lá alguém dizer-me que é um prazer ler um livro desta editora. Leva logo com um chorrilho de insultos!
O último livro que li desta editora foi o "Ilha" do Aldous Huxley e foi um esforço tremendo. A leitura não é fácil, o autor não escreve de uma forma interessante e a edição, bem, é da Livros do Brasil!
Entretanto consegui arranjar uma versão e na língua original (não foi difícil, 10 minutos de procura nos esítios do costume, e já estava descarregado no ebook reader). Realmente não me imagino a ler as mais de 800 páginas da edição impressa da Livros do Brasil. Vou dar uma vista de olhos na outra versão e depois logo se vê.
Recuso-me a falar mais sobre este tema aqui. A conversa já vai longa e isto já parece um daqueles fóruns da net de discussão sobre qualquer coisa desde que a discussão não termine. Proponha a mudança do local de discussão para uma esplanada ou café ou bar quaiquer, desde que a conversa seja em presença dos intervenientes. Esta coisa dos blog-discussões é uma seca!

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