quarta-feira, março 05, 2008

A hora (filha) de ponta


Não é que as pessoas sejam muitas. Mas com um sistema de venda de bilhetes que não dispensa a ajuda de um funcionário da empresa para que as pessoas consigam o que querem (comprar bilhetes) e com uns pórticos que rejeitam um em cada três bilhetes (estatística minha)... Enfim, só faltam os caldeirões de azeite a ferver para a entrada no metro ser um inferno.

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